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Na decisão, os jurados acataram tese do promotor Abrão Amisy Neto, para quem Graciano matou a tiros a ex-namorada, a estudante de enfermagem Juliana de Fátima Carvalho, de 19, no dia 12 de novembro de 2007, por motivo fútil e mediante surpresa. Todavia, o júri rejeitou pedido do advogado Douglas Dalto Messora para reduzir a pena de Graciano, alegando que ele não tem capacidade de autodeterminação, embora consiga compreender bem as situações do cotidiano. Outra argumentação negada foi a de que o homicídio não teria sido praticado com futilidade. A sessão durou cerca de seis horas e foi acompanhada por familiares de Juliana. Juliana era natural de Orizona e filha do Sr. José Fonseca e de Dilma Carvalho.
Acho que todos nós temos que ter a 2° chance, e quem somos para fazer justiça com as proprias mãos !!!
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